quinta-feira, 29 de março de 2012

GRUPO DE DANÇA TRAMONTINA

A última aparição do Frozza em público.
Dançando com seus amigos no aniversário do Jarbão....
Quem tiver novas noticias, favor deixar recado na Gambarzeira.

sábado, 24 de março de 2012

SOGRA DO MAURICIO (Mandico)

Esta aí,  a homenagem ao nosso GAMBÁ Alta Voltagem, "Mauricio do Mandico"
Sua querida sogra, que ele tanto venéra e não para de fazer referencias.
E o amor é reciproco, pois ela tatuou no braço a referencia ao genro.

sexta-feira, 23 de março de 2012

VIDEO ESPETACULAR

Meus amigos, para que seja atribuido o verdadeiro valor ao que realmente tem importancia, curtam esse video enviado por nosso Gamba Cogumelo IRAPUAN LEITE.
ESPETACULO!!!!!!!

quinta-feira, 22 de março de 2012

CAMINHÃO DE TELHAS VIROU E OS CACOS...






Manhã de Sábado na Gambarzeira.
Amigos, tem algum psicologo que consegue melhor resultado?

CAIU NA REDE...

Dois Gambas malhados.
Feijão acompanhado do grande amigo "Bola de Ouro" da CBN Diario,
Narrador SALES JUNIOR

ONDE TUDO COMEÇOU!

Imagem da Antiga Venda da Dona Suely, em meados da decada de 70.
Onde estão as duas meninas (Filhas do Sr. Amauri Macedo) é hoje o Deck
da Gambarzeira (Foto do Jornal "O Rebojo)

terça-feira, 20 de março de 2012

MARAVILHA

Cenas de Santo Antonio de Lisboa para homenagear os 286 anos de Florianopolis.
Captação, direção e edição: Fernando Klepzig
Musica: Moby - Porcelain

segunda-feira, 19 de março de 2012

"LEDO ENGANO" Diário dos Gambas 7 - por Áureo Moraes e Feijão

Diário dos Gambás VII

A GamBarzeira, já foi dito, tem espaço para todos. Democrática, admite em seus quadros desde o mais simplório ao mais letrado, do mais humilde àquele de mais posses. E todos, rigorosamente, tratam-se como iguais. Por que todos nós, os Gambás, acreditamos nisso, neste respeito às diferenças com o mesmo tratamento. Vez por outra, claro, recebemos em nosso reduto, altas autoridades. Que chegam e se integram, brindando-nos com suas posturas altivas sem ser petulantes. Pelo contrário, esbanjam educação.
Pois então: no carnaval deste ano ocorreu uma cena dessas, em que uma alta autoridade, da mais elevada patente, entrou para a lista dos "causos" deste despretensioso "diário".
Instalados confortavelmente no camarote do Avante, estavam vários membros da Polícia Militar de Santa Catarina. Extasiados com a alegria e contagiados pela festa, assistiam aos desfiles, animados, de olho nas evoluções. Destaque do Baiacu, a artista plástica Eli Heil, era também para o público, o alvo das atenções.
Passada a "muvuca" do desfile do Baiacu, eis que uma entre tantas daquelas autoridades militares - 
orientado por seu assessor, o nosso Tasca - encheu-se de entusiasmo para fazer uma reverência à homenageada. Parte para cumprimentá-la. Dirige-se ao local onde, sentada, Eli acompanhava o tributo à sua arte. O diálogo abaixo é uma reconstituição, a partir de detalhes narrados pelo próprio Tasca:
- Boa noite, minha senhora - disse o educado Coronel.
- Boa noite.
- Quero lhe dizer que adorei a homenagem, que sua história, sua vida, seu talento e sua força nos mostram que sua alma verdadeira de artista é inigualável... e blás...blás....blás...blás.
Terminado o pequeno discurso, o educado Coronel se aproxima mais, a fim de cumprimentar aquela "senhorinha" que acompanhava o desfile e o ouvia com atenção. Antes que pudesse falar qualquer outra palavra, o educado Coronel é surpreendido pela interlocutora:
- agradeço suas palavras,
elas são muito bonitas, estou muito emocionada, pois nunca fui tão exaltada,  mas eu.... eu sou a tia do Feijão... A Eli Heil é aquela senhora ali. O senhor errou de homenageada.
Baixa o pano rápido e me serve mais um red bull, preciso voar.

"RECOMENDAÇÃO MÉDICA" Diário dos Gambas 5 - por Áureo Moraes e Feijão

Diário dos Gambás V

Como seria natural, boa parte das his(es)tórias em torno da GamBarzeira têm relação com líquidos. Afinal, o ambiente é uma verdadeira fonte. A croniqueta a seguir não foge à regra. E como diz o Feijão, não é piada, é mesmo "venérea".
Num belo domingo de sol, pela manhã, como é normal, sempre um cliente acompanha a abertura do bar -  que só abre após às 10h mesmo que a sede bata invariavelmente, antes. Mas a fidelidade compensa a espera.
Neste dia dois fregueses já estavam esperando: o Casinho, que dispensa apresentação e o Joca, um autêntico freguês amigo, de bom papo, ex torneiro mecânico e atualmente funcionário do BB, onde, aliás, nuca deixa de arrumar as "roscas espanadas" de alguns clientes. E é daqueles que, em qualquer situação tem na ponta da língua algumas tiradas oportunas.
Bar aberto, os dois se aproximam do balcão. O Casinho pede uma "catuleta" e senta em uma banqueta na companhia do Feijao. Já o Joca pede uma dose de Whisky, pra "amaciar", mas, curiosamente, deixa o copo no balcao e senta-se numa mesa mais distante, próximo à sacada do bar e ali permanece sem dizer uma palavra.
O Casinho, muito perceptivo, como requer sua profissão, continuou no bate papo futebolistico, saboreando sua gelada e brindando com o Feijao e sua agora, inseparavel coca zero. (Nota do Tradutor: durante o brasileirão de 2011 ele chamava a bebida de "coca avai" pois o time nao saia daquela zona).
O tempo passando, o Esporte Espetacular na tela, a Neide fritando bolinho e Joca lá na mesa, imóvel, com os olhos fixos no balcão, mirando o seu copo de Whisky, que àquela altura já parecia água, em função do tempo de degelo... E ele ali... paradinho, sem dizer e nem fazer nada.
O Casinho não resistiu. Curioso como seu curió, virou-se para o Joca e falou:
_ amigo, o teu copo tá aqui no balcão derretendo. Não vais beber?
_ a vontade é grande Major. - respoondeu Joca. - Mas o senhor não se preocupe, que eu tou seguindo orientação médica.
_ e qual motivo? perguntou Casinho.
_ o Joca, sarcástico, não titubeou: - O doutor pediu que eu me afastasse do alcool.

"CATU LÊTA" Diário dos Gambas 4 - por Áureo Moraes e Feijão

Diário dos Gambás IV

Falamos de apelidos, formas carinhosas - às vezes nem tanto - de tratar os amigos (e por que não, os desafetos). E nisso, a verve e a malícia da GamBarzeira são motivação mais do que suficiente para desencadear a criatividade e a ironia de seus frequentadores. Mas os Gambás de Santo Antonio são muito bons também em criar palavras - neologismos, segundo os letrados.
Basta uma escorregada de um desavisado, uma idéia luminosa de uma mente brilhante, que lá vem novidade.
Lembro de uma, hilária, que ouvi de própria orelha. E que reproduzo sempre que tenho oportunidade fazendo os interlocutores desabarem de tanto rir.
Domingo à tarde, momentos antes de uma partida do Brasileirão, exibida, claro, na TV Digital do Feijão. GamBarzeira lotada, calor africano, cada um buscando um lugarzinho à mesa, prá matar a sede
Bom destacar: para cada preferência há uma cerveja. Tem gosto prá tudo! E quem não tem a sua, inventa.
Foi exatamente esta situação que eu presenciei: um dos frequentadores (O Valdeli, irmão do João, tabaco de aluminio, cunhado do seu Armelindo e por nós chamado de "Delí") se aproximou da Neide, a verdadeira "chefe" da GamBarzeira, e fez o pedido:
- Neide, vê uma catuleta!
Incrédula, pensando se tratar de uma pegadinha, Neide retruca:
- O quê???? catu o quê?
- Uma catuleta, Neide, bem geladinha...
- Que raio de bebida é essa - insistiu uma já desconfiada Neide.
- CA - TU - LE  -TA - soletrou o freguês. Aquela cerveja que no nome tem catoleta: S - K - O - L!! Entendeu? tem cato letra...
Esclarecida a dúvida, Neide serviu o freguês.
E eu, que já nem preciso mais pedir pelo nome, passei a beber apenas catuletas. Bem geladas, claro!

"APELIDOS" Diário dos Gambas 3 - por Áureo Moraes e Feijão.

Diário dos Gambás III

Na coluna anterior tratamos de apresentar uma pequena passagem presenciada pelos fequentadores da GamBarzeira, cujo personagem central foi o querido Biro Biro. Também dissemos ali que, numa próxima oportunidade, iríamos revelar a origem do apelido - quase um nome - do Edenaldo Lisboa da Cunha. Pois é, tanto quanto o presidente que entregou o governo prá Dilma, o "Feijão" está invariavelmente associado ao Edenaldo. Mas, onde começa essa história? Natural... com um bago de... Feijão!!
Inoportuno, inconveniente, metido até, o tal bago foi parar no "buraco" do nariz. Na narina, se assim quiserem os eruditos. Foi por conta de um bago de feijão que quase lhe impediu de respirar - coisa de moleque - que o Edenaldo passou a carregar para a vida toda o apelido, a alcunha, o cognome.
Mas na GamBarzeira, claro, ele não é o único a ter o nome substituído por um, digamos, codinome carinhoso. Confesso que, de alguns dos muitos amigos que fiz em tantos anos de "consultório", sequer sei o verdadeiro nome. Nos tratamos apenas pelo apelido.
É assim, por exemplo, com o próprio Biro Biro. O mesmo Biro Biro que, às vezes, é conhecido também como "Richard da Lagoa Azul". Lembram do filme, da década de 1980, com a então exuberante Brooke Shields e o jovem louro Christopher Atkins? Pois é: dizem que o Biro Biro tem os olhos do Richard.
Mas, o Gilson, como Biro afinal é batizado, também atende pela alcunha de Coca - é o maior pegador de siri em Santo Antonio.
De outros "gambás" também posso falar: tem o "Polenta", codinome do italiano "seo" Artêmio, maior contrabandista de galinha velha do oeste catarinense; tem o "Casinho", corruptela de Oscar, que pode estar nos deixando para morar em VACARIA - RS, junto com o Tasca; tem o Aureo "Bonner", cuja mecha branca nos cabelos, dizem, o torna comparável com o homem do Jornal Nacional; tem o "Miojo" - prefiro não revelar o verdadeiro nome - que em três minutos tá "cozido"(agora, dizem, anda muito feliz pois vai ser Papai. E se algum dentre vocês, leitores, estiver com algum patrimônio em risco, é só chamá-lo que ele "segura").
Mais alguns:
O gambá mais Velho, "seo" Valmor, é o tico tico;
O Mauricio, filho do Mandico - dizem as más línguas que só vai ao serviço na UFSC três horas por semana, é o conhecido descarga elétrica;
O Jarbão (cujo apelido também já é praticamente um nome)  tá no face book com uma nova alcunha: Palombeta;
O Luciano, que arrasa os corações das Xaquiras do Ratones é o TunderCat;
O capitão Luis Eduardo  é o trakinas - aquele biscoito animado de cabeça enorme;
Nosso Robô Gigante e o Cesar Mafra  - fruto de sua, digamos, delicada performance nas aulas de ginástica: afinal são duas horas de movimento simultâneo sem parar; O Ruan boxeador; o Negão Jorge Luis Ubirajara também Tourinho (inclusive no sobrenome) O Froza, nosso mecânico da Corno Car, especializados - a oficina e ele, em Chupeta; a Marluce, mais conhecida como ¨tátudobemaíermão";
O Edinho Verde - nosso Zeca Pagodinho, que atualmente de verde passou a roxo - de tanta gelada prá fazer politica. (dizem que começou mal, quando contratou o Jarbão Palombeta pra  cabo eleitoral).
O Marco Lima é o nosso vitrola  - mas em 78 rotações;
No fim do filme que dá prá fazer na Gambarzeira, com tantos anônimos quase famosos, o diretor poderia ser o Fernando Zig. Mas primeiro teríamos que perguntar a ele:"incomendasse com queeem?" (essa nós explicamos na próxima estória).

"CHARRÉTA DO BIRO" Diário dos Gambas 2 - por Áureo Moraes e Feijão.

Diário dos Gambás II

Antes de qualquer outra palavra, dentre as tantas desta segunda edição do “Diário”, é bom deixar claro que esta é uma obra criada e construída a quatro mãos: além das deste escriba, as do genial Edenaldo, mais conhecido pela alcunha de Feijão (numa próxima coluna explico o porquê do apelido...).
Já disse que a colaboração com o Daqui só se deu por muita insistência do Celso. Pois a sua consolidação só está sendo possível com a incomparável ajuda do Feijão, suas histórias e estórias sobre o cotidiano de nosso consultório de terapia coletiva, a GamBarzeira. Nosso processo criativo – detesto quando repórteres fazem a pergunta sobre isto a escritores seus entrevistados – é simples: dividimos lembranças deste ou daquele caso, cada um produz uma “versão” e, depois da troca de mensagens, fica pronto o texto final. Simples assim, como simples é o dia a dia do reduto dos gambás.
Pois então: a partir de uma destas lembranças, vamos contar aqui a famosa história da “Charreta do Biro Biro”...
Foi num domingo, em agosto de 2008. Feijão e mais uns amigos, na GamBarzeira, comentavam a formula 1 e falavam sobre automóveis, com um dentre tantos os especialistas que a GamBarzeira é capaz de produzir, o Gerson Menega, que trabalha com venda de carros. Comentários sobre potência, velocidade, conforto, e outros eteceteras.  Junto ao grupo estava um cidadão muito pobre, simples, que carinhosamente chama ao Feijão e ao Casinho de "meu cumpadre”. Nós o chamamos de "Biro-Biro" pela semelhança de feiúra com aquele conhecido jogador do Corinthians. Biro-Biro, sempre acompanhado do seu "martelinho de pão com mussi" (um aperitivo de cachaça com vermout) na mão. Ouvindo aquele debate sobre os carrões, num dado momento Biro sentou-se ao lado do Feijão e, bem baixinho sussurrou, com os olhos bem vermelhinhos parecendo um coelho:
- cumpadre Feijão, sabe qual é o maior sonho da minha vida  e até hoje, com mais de 60,  não consegui realizar?
- não Biro, fala, atendeu o Feijão.
- o meu maior sonho, cumpadre, era ter uma charretinha e um cavalinho, pra mim poder trabalhar e passiá pra visitá as pessoa.
Feijão, confessa, ficou derretido. Não consegui se aprumar. Os demais amigos calaram-se diante de tamanha simplicidade, enquanto eles comentavam sobre carrões e fortunas do esporte. Para o, Biro-Biro, por mais velozes que fossem aquelas máquinas, não alcançavam o singelo sonho de ter sua charreta.
Sem conter o desejo de realizar aquele sonho, Feijão. saiu de mansinho, fez alguns contatos e, dali mesmo, fechou negócio com um amigo que lhe vendeu uma charrete, já com um cavalinho.
Chamou em seguida outros: o Casinho, este que vos escreve, Djalma Lucio, que prontamente se comprometeram a arrumar mais amigos para “pagar” o sonho do Biro-Biro.
Dinheiro recolhido, pagamento feito. No sábado, 6 de setembro, ao meio dia, marcou-se a solene entrega oficial da "Carruagem com seu cavalo baio” (na verdade uma égua...) Festa com direito a foguetório, apresentação oficial de Aureo Bonner, assistência veterinária do Dr Marcos, seguro do Djalma, apadrinhagempolicial do Casinho, abastecimento grátis por 6 meses do condutor na GamBarzeira e alguns jardins de determinados colaboradores para pastagem do cavalo. Além, claro, da assistência mecânica da carroça na oficina do Froza.
Tá certo que a eguinha tava um pouco magra, precisou de um bom trato, mas o Dr. Marcos, veterinário da área, garantiu que em um ano se não engordasse, morria.
O Biro e seus dois filhos, adolescentes saíram faceiros, certamente pessoas mais felizes. Para eles a realização daquele sonho foi muito maior que os 300 por hora dos carros da Fórmula 1.

Aureo Moraes
Jornalista, professor da UFSC, vive em Florianópolis desde 1983 e no Cacupé desde 1998. Pode ser encontrado na GamBarzeira sempre aos sábados e/ou domingos, das 11h00min às 12h30min.
Edenaldo Feijão Lisboa da Cunha
Líder comunitário, presidente do Clube Avante, proprietário da GamBarzeira, mané, contador de histórias e piadista. Não bebe – só Coca Zero, mas vive embriagado com tanta alegria que a GamBarzeira é capaz de gerar.

DIÁRIO DOS GAMBAS 1 - por Áureo Moraes e Feijão

Diário dos Gambás I

Cometo a ousadia de apresentar-me neste espaço exclusivamente após insistentes pedidos do amigo Celso. Jamais me atreveria a compartilhar o mesmo sítio com colunistas do quilate destes que me antecederam aqui. Mas, arrisco: a convivência com tais mestres das palavras tende a tornar-me um aprendiz de feiticeiro.
Dito isso, passo a justificar o título da coluna. Mudei-me para o distrito de Santo Antonio há catorze anos, mais especificamente para o Cacupé. Desde então incorporei um tanto dos hábitos dos nativos e dos moradores que escolheram a região para viver. Entre tais hábitos está o de freqüentar o bar que reputo como um dos mais democráticos de que se pode ter notícia: a GamBarzeira! Fundado nos valores e princípios da Neide e do Feijão, reúne, indistintamente, o que há de mais significativo e essencial no convívio de uma sociedade. Respeito, diversidade, tolerância, solidariedade, bom humor, graça, boa conversa e cerveja bem gelada.
Há quem já tenha dito que, em vez de pagar terapia, faz mais sentido freqüentar a GamBarzeira. Concordo!
E em meio a tais predicados, propus-me, não sem antes sofrer uma intensa cobrança do Celso, repito, a traçar regularmente algumas linhas sobre o dia a dia da GamBarzeira e as his(es)tórias de seus frequentadores. Por isso o título que sugeri: diário dos gambás.
Nem é muito criativo, sei. Mas talvez consiga traduzir, ainda que cambaleante, o espírito sempre desarmado e hilário das mesas daquela casa.

inauguração do blog

A partir de agora voce se encontra com seus amigos gambas tambem aqui na internet.